03/01/10

Martin André


O maestro britânico Martin André dirigiu a Orquestra da Escola Superior de Música de Lisboa, na interpretação do "Nocturno para Orquestra", de António Fragoso.

Frequentou a Yehudi Menuhin School, onde estudou piano. Na Universidade de Cambridge combinou o estudo deste instrumento com o de direcção de orquestra. Presentemente, como maestro, divide o seu tempo entre os concertos e a ópera. No Reino Unido, dirigiu a Philharmonia, BBC Concert Orchestra, Northern Sinfonia e Royal Scottish National Orchestra, entre outras. No estrangeiro, trabalha regularmente com orquestras em países como a Holanda, Noruega, Israel, Austrália e, em Portugal, com a Orquestra Nacional do Porto e o Remix Ensemble. Na ópera, estreou-se dirigindo a Welsh National Opera, da qual foi maestro residente ao longo de várias temporadas. Durante esse período, trabalhou uma grande variedade de óperas, particularmente do repertório italiano do século XIX. Embora seja sobretudo reconhecido pelas suas interpretações de Verdi, Mozart e Janáček, continua a abordar compositores muito diversos. Tem a rara distinção de ser o único maestro a ter dirigido para todas as principais companhias de ópera britânicas. No plano internacional, tem sido muito solicitado para dirigir em teatros de ópera do Canadá, República Checa, França, Alemanha, Holanda, Israel, Nova Zelândia, Portugal, África do Sul e Estados Unidos da América. Em Portugal, dirigiu o concerto inaugural da Casa da Música, em 2005, e no ano seguinte criou a Orquestra de Jovens de Portugal – Momentum Perpetuum, que se revelou um sucesso. Desde então, todos os anos a orquestra tem tocado o Concerto de Ano Novo da Casa da Música e no Verão de 2008 realizou uma digressão em Itália. Ainda em Julho desse ano, Martin André dirigiu a Orquestra Sinfónica Portuguesa no concerto inaugural do festival “Música Portuguesa Hoje”, no Centro Cultural de Belém, interpretando um programa exclusivamente com obras portuguesas, de Luís Tinoco, António Pinho Vargas e Joly Braga Santos.

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