03/01/10

DVD "António Fragoso - Uma antologia": os intérpretes

Nomes consagrados a par de jovens músicos em ascensão: conheça melhor os intérpretes do DVD "António Fragoso - Uma antologia", com as pequenas biografias nas mensagens abaixo:

Miguel Henriques


O pianista Miguel Henriques interpreta o Prelúdio da "Petite Suite" e o Nocturno em Ré Bemol Maior, no DVD "António Fragoso - Uma antologia" - para cujo livrete escreveu também um texto sobre o compositor.

Estudou nos Conservatórios de Lisboa e Porto, formando-se com as mais elevadas classificações. Como bolseiro do Estado Soviético e da Fundação Calouste Gulbenkian estagiou durante dois anos no Conservatório Tchaikovsky em Moscovo, na classe de Gleb Akselrod. Obteve ainda o diploma de Mestrado em Piano Performance da Universidade do Kansas, na classe de Sequeira Costa. Complementarmente desenvolve estudos nas áreas de Musicologia, Estética, Composição, Direcção coral e instrumental, Expressão Dramática, e Metodologia da execução pianística. Abrange no seu repertório diferentes estilos, do barroco ao contemporâneo incluindo compositores portugueses. Ao longo da sua carreira tem-se dedicado igualmente à divulgação de algumas obras importantes mas menos conhecidas do público, nomeadamente de Janácek, Schubert, Liszt, Tchaikovsky, Scriabine, Shostakovitch, Messiaen, Schnittke, Kurtág, Lopes-Graça e António Pinho Vargas. Desenvolvendo intensa actividade como docente desde 1977, Miguel Henriques ocupa desde 1990 o cargo de Professor de Piano da Escola Superior de Música de Lisboa. A sua discografia inclui dois discos dedicados a Fernando Lopes Graça, nomeadamente Paris 1937 (a dois pianos com Ana Valente), Sonata n.º 4 – Elegia – Tocata, Andante e Fugato, de Maio de 2000 e Vinte e Quatro Prelúdios, de 1998, ambos lançados pela etiqueta Portugalsom/Strauss. Gravou também Obra para Piano de António Fragoso em Dezembro de 2004 pela Numérica e ainda, de Óscar da Silva, Dolorosas – Images – Scherzo à la Valse – Bagatelles – Páginas Portuguesas n.º 9 e 11, para a Portugalsom em Novembro de 1989.

Ana Ester Neves


A soprano Ana Ester Neves, com o pianista João Paulo Santos, interpreta duas canções de António Fragoso: "Canção da Fiandeira" (uma das "Canções do Sol Poente", a partir de poemas de António Correia de Oliveira), e "Sérénade", sobre poema de Paul Verlaine.

Diplomada pelo Conservatório Nacional de Lisboa, continuou os seus estudos na Royal Academy of Music (Londres) e na Universidade de Boston, onde concluiu o Mestrado em Interpretação. Reconhecida intérprete de música de câmara, tem exercido uma actividade intensa quer em Portugal, quer na Inglaterra, Áustria, Alemanha, Itália, Grécia, Espanha, França e EUA. Nestes países, apresentou-se também nas óperas Carmen (Micaela), A Traviata (Violetta), As Bodas de Fígaro (Contessa), Eugene Onegin (Tatyana), La Bohème (Musetta), Le Rossignol, L’Isola Disabitata, Porgy and Bess (Bess), D.Giovanni (D. Elvira), The English Cat, Parsifal, Boris Godunov (Xenya), Albert Herring (Lady Billows), Neues vom Tage (Laura), entre outras. Dedica parte da sua carreira à divulgação da música portuguesa, tendo-a apresentado em recitais em Paris, Madrid, Londres e Turim. A música contemporânea também tem tido um papel de destaque na sua carreira. Estreou a ópera The Bacchae (Agave), de Theodore Antoniou, em Atenas e as óperas portuguesas O Doido e a Morte (D.Aninhas), de Alexandre Delgado, Édipo, ou a Tragédia do Saber (Jocasta) e Os Dias Levantados (O Anjo Camponês), de António Pinho Vargas. Destacam-se as suas interpretações da 14ª Sinfonia de Chostakovitch, de Les Illuminations de B. Britten, e das Szenen aus Goethes Faust de R.Schumann. No domínio da oratória destacam-se as suas participações em: Requiem de Mozart, com a Orquestra e o Coro Gulbenkian (Coliseu dos Recreios); Requiem de Brahms (Londres); Cantatas e Weihnachtsoratorium de Johann Sebastian Bach (Lisboa e Londres); e na estreia mundial do Requiem para o Planeta Terra de João Pedro Oliveira. Ganhou os prémios operáticos Gilbert Betjemann e Ricordi e obteve os primeiros prémios nos Concursos Internacionais de Canto Mary Garden (Inglaterra) e Luisa Todi (Portugal). Gravou a Sinfonia nº6 de Joly Braga Santos para a Marco Polo e Os Dias Levantados de António Pinho Vargas para a EMI-Classics. Gravou também para a RTP, RDP e BBC. É membro fundador do Trio Vissi d’Arte e é membro do Grupo de Música Contemporânea de Lisboa.

João Paulo Santos


O pianista João Paulo Santos, com a soprano Ana Ester Neves, interpreta duas canções de António Fragoso: a "Canção da Fiandeira" (uma das "Canções do Sol Poente", a partir de poemas de António Correia de Oliveira), e "Sérénade", sobre poema de Paul Verlaine.

Nascido em Lisboa, concluiu o curso superior de Piano no Conservatório Nacional desta cidade na classe de Adriano Jordão. Trabalhou ainda com Helena Costa, Joana Silva, Constança Capdeville, Lola Aragón e Elizabeth Grümmer. Na qualidade de bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian aperfeiçoou-se em Paris entre 1979 e 1984. Em 1984 aceitou o cargo de Maestro Assistente do Coro do Teatro Nacional de São Carlos. Convidado para Maestro Titular do Coro do Teatro Nacional de São Carlos em 1990 ocupou este cargo até à Temporada de 2004. Actualmente desempenha as funções de Director de Estudos Musicais e Director Musical de Cena do mesmo Teatro. Paralelamente – e desde 1990 – desenvolve uma intensa actividade como chefe de orquestra, tendo-se estreado com The Bear (William Walton), encenada por Luis Miguel Cintra, para a RTP. Seguiu-se a direcção de, entre outros títulos, Let’s Make an Opera (Britten); Help, Help, the Globolinks! (Menotti), na Culturgest; Sweeney Todd (Sondheim), no Teatro Nacional D. Maria II; Albert Herring (Britten), Neues vom Tage (Hindemith) e Le Vin herbé (Frank Martin), no Teatro Aberto (2001). Tem sido convidado a dirigir estreias absolutas de muitos compositores portugueses, entre os quais, António Chagas Rosa (Cânticos para a Remissão da Fome), António Pinho Vargas (Os Dias Levantados, Édipo, a Tragédia de Saber), Eurico Carrapatoso (O Lobo Diogo, A Floresta, Mentes Peer! e Nove Vocalizos para Catarina e Arcos. No Teatro Nacional de São Carlos dirigiu a estreia em Portugal das obras Renard e Les Noces (Stravinski), The English Cat (Henze) e Orphée aux enfers (Offenbach). Na qualidade de pianista apresenta-se frequentemente a solo, em grupos de câmara, acompanhando cantores, e em duo com a violoncelista Irene Lima desde 1985. Do seu repertório destaca-se a interpretação da integral das Sonatas para piano e outros instrumentos de Hindemith. Gravou vários discos, um dos quais com obras de Erik Satie e Luís de Freitas Branco (EMI Classics). Foi galardoado com o Prémio «Acarte 2000» pela direcção musical de The English Cat.

Paulo Pacheco


O pianista Paulo Pacheco interpretou, com a violinista Ana Pereira, o "Allegro" da Sonata (inacabada) para violino e piano e o segundo e o quarto andamentos do Trio para violino, violoncelo e piano, aqui também com o violoncelista Marco Pereira.

Natural dos Açores, formou-se no Conservatório Regional de Ponta Delgada com os professores Graça Paiva Cunha e António Teves. Em 2000, obtém a Licenciatura pela Escola Superior de Música de Lisboa onde estudou sob a orientação de Miguel Henriques (Piano) e Olga Prats (Música de Câmara). Obteve o 1.º Prémio de Música de Câmara – nível superior – no Concurso «R.D.P – Prémio Jovens Músicos 1999» com o barítono Rui Pedro Baeta; o 3º Prémio no “Concerto Piano Competition MTNA”; e foi finalista no Concurso Helena Sá e Costa, “Nina Wideman Piano Competition” e “U.N.T Piano Competition”. Destacam-se os recitais realizados no 26.º Festival Internacional de Música da Costa do Estoril; na Promenade Jovens Músicos (Porto); no Curso Internacional de Música de Câmara na Fundação «Hindemith» (Suíça); Festival de Música em Toulouse (França); Festival de Música em Vigo (Espanha); Festival do Banco Central Europeu (Frankfurt); Festival Internacional de Música de Coimbra; Festival Internacional de Música de Guimarães; Festival Músicatlântico e Festival de Música Contemporânea (Açores); em Lisboa (Museu da Fundação Calouste Gulbenkian, Teatro Camões, Teatro São Luiz, Aula Magna, CCB e Palácio Foz). Tocou a solo com a Banda da Armada, Filarmonia das Beiras, Orquestra Sinfónica Juvenil, Orquestra Metropolitana de Lisboa e Orquestra Nacional do Porto. Colabora regularmente com a Orchestrutópica. É membro do Trio.pt com o violinista Pedro Morais Andrade e o violoncelista Paulo Gaio Lima; do Triunvirato com o flautista Nuno Inácio e o violoncelista Marco Pereira; mais recentemente, formou um trio com a clarinetista Esther Georgie e o violetista Paul Wakabayashi. Paulo Pacheco detém o Mestrado em Piano Performance, sob a orientação do eminente pedagogo Vladimir Viardo, na Universidade do Norte do Texas (EUA). Nesta universidade, obteve as mais elevadas classificações em Música de Câmara, Literatura e Pedagogia do Piano. Presentemente, é docente da disciplina de Música de Câmara na Academia Nacional Superior de Orquestra - Metropolitana (onde coordena a classe de música de câmara e é vogal da direcção) e na Escola Superior de Música de Lisboa. Gravou para a Antena 2 e RTP. Em 2010, tem projectado a gravação de um CD com o flautista Nuno Inácio.

Ana Pereira


A violinista Ana Pereira interpretou, com o pianista Paulo Pacheco, o "Allegro" da sonata inacabada e dois andamentos do Trio Opus 2, de António Fragoso, estes últimos com o violoncelista Marco Pereira, seu irmão.

Ana Pereira nasceu em Lanhelas em 1985. Aos 12 anos ingressa na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo na classe de violino do professor José Manuel Fernandéz Rosado, onde terminou o curso básico com a classificação máxima. Frequentou master-classes com prestigiadas figuras da arte violinista como Serguei Arantounian, Anotoli Swarzburg, Evélio Teles, Zófia Kuberska-Wóyciska, Gerardo Ribeiro, Eugene Gratovich, Irina Tseitlin, Igor Oistrach e outras. Entre 2002 e 2007, participou no 1º concurso de violino Tomás Borba e no Prémio Jovens Músicos, tendo obtido vários 1ºs, 2ºs e 3ºs prémios, nas categorias de violino nível médio e nível superior e música de câmara - com o Quarteto Artzen, grupo de que é 1º violino e com o qual faz consecutivamente concertos, bem como com o Moscow Piano Quartet. Actuou como concertino da Orquestra Sinfónica da Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, da Orquestra Académica Metropolitana, Orquestra Sinfonieta de Lisboa e Orquestra de Ópera Portuguesa. Foi também eleita como concertino para a Orquestra nacional de jovens APROARTE 2002 e para o II Estágio da Orquestra Sinfónica Académica Metropolitana. Tocou ainda com outras orquestras: Sinfonieta do Porto, Sinfonieta de Lisboa APROARTE, Orquestra Sinfónica da Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, FAP (Federação Académica do Porto), Orquestra Metropolitana de Lisboa e Orchestrutópica, sob a batuta de prestigiados maestros como António Soares, Michael Tseitlin, Cristobal Soller, António Saiote, Francisco Perez, Jan Cobert, Paul Wakabayashi, Marc Tardue, Vasco Pearce de Azevedo, Joana Carneiro, Pedro Neves, Cesário Costa, Jean Marc Burfin, Michael Zilm, entre outros. Apresentou-se ainda em palco como solista, com a Orquestra Gulbenkian, Orquestra Académica Metropolitana e Orquestra do Algarve, tendo efectuado concertos em Portugal e no estrangeiro. Licenciou-se na Academia Nacional Superior de Orquestra com o prestigiado professor Aníbal Lima, tendo sido avaliada com a classificação máxima. Actua regularmente como concertino da Orquestra Sinfonieta e da Orquestra de Ópera Portuguesa. Tem agendados inúmeros recitais com o Quarteto Artzen, com o qual já se apresentou por todo país e em festivais no estrangeiro (Bruxelas e Toulouse). Em Janeiro de 2008 venceu o concurso para um lugar de tutti na Orquestra Metropolitana de Lisboa e em Outubro do mesmo ano conquistou o lugar de Concertino assistente na mesma orquestra.

Marco Pereira


O violoncelista Marco Pereira interpretou, com a violinista Ana Pereira (sua irmã) e o pianista Paulo Pacheco, e segundo e o quarto andamentos do Trio de António Fragoso.

Iniciou os seus estudos musicais na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, onde terminou o curso de Instrumento com a classificação de 20 valores. Prosseguiu os seus estudos na Academia Nacional Superior de Orquestra na classe do Professor Paulo Gaio Lima, terminando o curso de Instrumentista de Orquestra com a classificação de 20 Valores. Entre 2003 e 2006 estudou na Escuela Superior de Musica Reina Sofia, em Madrid, na cátedra de violoncelo-Sony da professora Natalia Shakovskaya. No ano seguinte, frequentou o curso de música de câmara, com o quarteto Pandora, no Instituto Internacional de Musica de Camara de Madrid, na cátedra do Professor Rainer Schmidt. Frequentou master-classes com Xavier Gagnepain, Lluis Claret, Paulo Gaio Lima, Miklos Pereny, Natalia Shakovskaya, Josephine Knight, Natalia Gutman, Marcio Carneiro, Antonio Meneses, Gary Hoffman, entre outros. Colaborou e foi solista com inúmeras orquestras, como Orquestra da Póvoa de Varzim, Orquestra Gulbenkian, Orquestra APROARTE, Orquestra Académica Metropolitana, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Proyecto Guerrero, Plural Ensemble, Remix Orquestra, Orquestra Nacional de Espanha, entre outras. Trabalhou com maestros como Ros Marba, António Saiote, Sir Colin Davies, Ernest Schell, Brian Schembri, Jean Marc Burfin, Cesário Costa, Osvaldo Ferreira, Álvaro Cassuto, Julia Jones, Michael Zilm, entre outros. Foi laureado no concurso Júlio Cardona e Prémio Jovens Músicos, neste último na classe de música de câmara nível médio com 1º e 3º prémios. Também ganhou o 1º prémio no mesmo concurso, na classe de violoncelo nível Superior em 2003, tendo ainda sido laureado com o Prémio Maestro Silva Pereira. Foi ainda distinguido com o 1º prémio nos concursos "Liezen International Wettbewerb für Violoncelo", na Áustria, no VI concurso de interpretação do Estoril e no "VI Certamen de Musica de Camara del Sardinero" em Santander, com o quarteto Mendelsohn BP, em Maio de 2006. Foi laureado recentemente com o 2 º prémio no Concurso Internacional de Música de Câmara de Alcobaça, com o Quarteto de Cordas de Matosinhos. Apresenta-se regularmente em recitais com a pianista Ofelia Montalvan, em Portugal e Espanha. Recentemente participou na gravação de um CD para a etiqueta Sony, tocando a sonata de Beethoven nº 5 em Ré Maior, op. 102. Foi considerado, no ano lectivo 2005/2006, pela Escuela Superior de Musica Reina Sofia como o melhor aluno da cátedra de Violoncelo-Sony, e também com o seu quarteto "Mendelsohn BP" como o melhor quarteto da cátedra de quarteto de cordas. Actualmente integra os grupos Sond’Ar-te Electric Ensemble, “Triunviratu” e Quarteto de Cordas de Matosinhos. É professor de violoncelo na Universidade do Minho. Dedica parte da sua carreira a dar recitais e concertos a solo e ainda a aperfeiçoar a sua carreira a solo, acompanhado por vários maestros do Violoncelo, como Natalia Shakhovskaya, Natalia Gutman, Gary Hoffman. Tocou a solo com a Orquestra Gulbenkian no concerto “European Union of Music, Competitions for Youth- EMCY 2008”, em representação de Portugal. Participou no concerto de homenagem a Mstislav Rostropovich, realizado em Madrid, no Palácio Real, em Janeiro de 2009. Desde Setembro de 2009, é o primeiro violoncelo da Orquestra Metropolitana de Lisboa.

Martin André


O maestro britânico Martin André dirigiu a Orquestra da Escola Superior de Música de Lisboa, na interpretação do "Nocturno para Orquestra", de António Fragoso.

Frequentou a Yehudi Menuhin School, onde estudou piano. Na Universidade de Cambridge combinou o estudo deste instrumento com o de direcção de orquestra. Presentemente, como maestro, divide o seu tempo entre os concertos e a ópera. No Reino Unido, dirigiu a Philharmonia, BBC Concert Orchestra, Northern Sinfonia e Royal Scottish National Orchestra, entre outras. No estrangeiro, trabalha regularmente com orquestras em países como a Holanda, Noruega, Israel, Austrália e, em Portugal, com a Orquestra Nacional do Porto e o Remix Ensemble. Na ópera, estreou-se dirigindo a Welsh National Opera, da qual foi maestro residente ao longo de várias temporadas. Durante esse período, trabalhou uma grande variedade de óperas, particularmente do repertório italiano do século XIX. Embora seja sobretudo reconhecido pelas suas interpretações de Verdi, Mozart e Janáček, continua a abordar compositores muito diversos. Tem a rara distinção de ser o único maestro a ter dirigido para todas as principais companhias de ópera britânicas. No plano internacional, tem sido muito solicitado para dirigir em teatros de ópera do Canadá, República Checa, França, Alemanha, Holanda, Israel, Nova Zelândia, Portugal, África do Sul e Estados Unidos da América. Em Portugal, dirigiu o concerto inaugural da Casa da Música, em 2005, e no ano seguinte criou a Orquestra de Jovens de Portugal – Momentum Perpetuum, que se revelou um sucesso. Desde então, todos os anos a orquestra tem tocado o Concerto de Ano Novo da Casa da Música e no Verão de 2008 realizou uma digressão em Itália. Ainda em Julho desse ano, Martin André dirigiu a Orquestra Sinfónica Portuguesa no concerto inaugural do festival “Música Portuguesa Hoje”, no Centro Cultural de Belém, interpretando um programa exclusivamente com obras portuguesas, de Luís Tinoco, António Pinho Vargas e Joly Braga Santos.